GLAUCOMA: O QUE É, SINTOMAS, TRATAMENTO E CURA

Você vai aprender agora tudo sobre o glaucoma através de esclarecimentos prestados por um oftalmologista no vídeo logo abaixo. Para quem não sabe o que é Glaucoma, é o nome mais genérico dado a diversas doenças que afetam o nervo óptico e envolvem a perda de células ganglionares da retina.

A pressão dentro do olho elevada é um fator de risco significativo para o desenvolvimento de glaucoma. Não existe uma relação causal direta entre um determinado valor da pressão intraocular e o aparecimento da doença. Com isto uma pessoa pode desenvolver dano no nervo com pressões relativamente baixas outra pode ter pressão intraocular elevada durante anos sem apresentar lesões.

O glaucoma precisa ser tratado pois leva ao dano permanente do disco óptico da retina, causando uma atrofia progressiva do campo visual, que pode progredir para visão subnormal ou cegueira.

Agora assista o vídeo do oftalmologista falando sobre o glaucoma.

TIPOS DE DENGUE QUE EXISTEM NO BRASIL

A dengue é uma doença que causa uma infecção aguda. Ela é causada por um vírus que é transmitido pela picada de mosquitos urbanos do gênero Aedes, parecido com o pernilongo.

A presença do vírus da dengue nas Américas já foi relatada há mais de 200 anos. Na década de 50, foram relatadas epidemias da doença nas Filipinas e na Tailândia. Foi na década de 60 que a doença se espalhou pelas Américas. As maiores epidemias aconteceram no Brasil, em 1982 e entre 1986 e 1996, na Bolívia, em 1987, no Paraguai, em 1988, no Equador, em 1988, no Peru, em 1990, e em Cuba, entre 1977 e 1981.

No Brasil, os primeiros relatos de epidemias de dengue são de 1916. A primeira epidemia de dengue descrita por relatos clínicos e laboratoriais aconteceu entre 1981 e 1982, em Boa Vista e Roraima. Na ocasião, foram registradas as presenças dos tipos 1 e 4 do vírus da dengue.

Há quatro tipos de dengue, mas o mais comuns no Brasil são os sorotipos 1 e2 . ” O tempo de incubação da doença varia de cinco a sete dias, podendo ser um pouco mais ou menos dependendo do caso “, afirma o infectologista Davi Uip, do Hospital das Clínicas da USP. A Sucen ( Superintendência de Controle de Endemias ) identificou casos do tipo 1 em Mato Grosso, Tocantins, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás. Do tipo 2, em Minas Gerais, Maranhão, Bahia e Ceará. Já o Rio de Janeiro registrou a dengue dos dois tipos ( 1 e 2 ). Atualmente, no Brasil, não existe circulação do sorotipo 4.

Veja o vídeo que mostram as pesquisas do Brasil para o desenvolvimento da vacina contra a dengue:

LARVA DO MOSQUITO DA DENGUE

Como o Aedes aegypti é um inseto holometabólico, a fase larvária é o período de alimentação e crescimento. As larvas passam a maior parte do tempo alimentando-se principalmente de material orgânico acumulado nas paredes e fundo dos depósitos.

A larva do Aedes aegypti é composta de cabeça, tórax e abdômen. O abdômen é dividido em oito segmentos. O segmento posterior e anal do abdômen tem quatro brânquias lobuladas para regulação osmótica e um sifão ou tubo de ar para a respiração na superfície da água. O sifão é curto, grosso e mais escuro que o corpo. Para respirar, a larva vem à superfície, onde fica em posição quase vertical. Movimenta-se em forma de serpente, fazendo um .S. em seu deslocamento. É sensível a movimentos bruscos na água e, sob feixe de luz, desloca-se com rapidez, buscando refúgio no fundo do recipiente.

Dicas sobre o mosquito da dengue:

COMO É FEITO O TRATAMENTO DA DENGUE CLÁSSICA E HEMORRÁGICA

Para dengue clássico: Não há tratamento específico. A medicação é apenas com analgésicos e antitérmicos. Devem ser evitados os salicitatos.

Para febre hemorrágica (FHD): os pacientes devem ser cuidadosamente observados para a identificação dos primeiros sinais de choque. Nos primeiros sinais de choque, o paciente deve ser internado imediatamente para correção rápida do volume de líquidos e da acidose.

Não há tratamento anti viral específico para a dengue, mas os pacientes normalmente se recuperam com o uso de hidratação vigorosa e correção dos distúrbios hidro-eletrolíticos.

Conheça os sintomas da dengue clássica que se diferencia da dengue hemorrágica:

CUIDADOS COM DA DENGUE NA CASA

Para que a transmissão da dengue possa ser detectada precocemente, é indicado que a vigilância epidemiológica seja ativa. Habitue-se a fazer o seguinte:

  • Fure ou mantenha os pneus velhos em lugares cobertos isso evita o acúmulo de água e a proliferação dos mosquitos transmissores;
  • Guarde as garrafas com os gargalos para baixo;
  • Fure e amasse as latas vazias antes de jogá-las fora;
  • Enterre ou ponha no lixo sapatos velhos, eles também acumulam água;
  • Tampe poços, barris e outros depósitos de água;
  • Fure os potes dos vasos das plantas, assim a água em excesso pode ser eliminada.

O comércio de pneus, que são armazenados ao ar livre, a densidade demográfica elevada, o crescimento urbano, a falta de saneamento, reservatórios de água a céu aberto, o não controle do mosquito e o constante deslocamento de pessoas infectadas, são fatores de disseminação. As viagens também são um importante fator no surgimento de epidemias, pois muitas pessoas viajam no período de incubação da doença.